Grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo, e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública.
Até quarta-feira 18, o Brasil registrou 677 casos de sarampo. A doença costuma ser encarada como algo leve, típica da infância, sem maiores consequências e, desta forma, aceitável. Está errado pensar assim. A volta dos casos ao País representa uma derrota no âmbito da saúde pública. A enfermidade estava erradicada aqui desde 2016, graças a uma política de vacinação bem-sucedida que até então havia garantido a proteção de crianças e adultos contra o vírus responsável pela doença. Somada à informação de que 312 cidades brasileiras — 44 em São Paulo, o estado mais rico da nação — encontram-se sob risco para o aparecimento de casos de

O leite materno ajuda a salvar a vida de muitas crianças prematuras, de baixo peso, internadas e que não podem ser alimentadas diretamente no seio da mãe.

Qualquer quantidade ajuda, e muito, na recuperação dessas crianças.

Então, faça sua parte e procure um Banco de Leite Humano.

Saiba mais em saude.gov.br/doacaodeleite .








Podemos emitir um atestado de dispensa para o cuidador de uma criança doente? É uma atitude legal — ou mesmo ética? Saiba o que a Lei e o Código de Ética Médica dizem sobre o assunto.

Sendo pediatras, é frequente nos depararmos com a situação em que uma criança necessita de afastamento de suas atividades por motivos de doença, seja para não contaminar outras pessoas, seja para sua adequada recuperação. Nesse contexto, é também frequente nos deparamos com pedidos para estendermos esse atestado de afastamento para seu acompanhante.

Essa questão tem tudo a ver com as mudanças na sociedade e no mercado de trabalho. Apesar das mulheres sempre terem tido papel no trabalho familiar — como, por exemplo, na agricultura —, foi a partir das revoluções industriais, com sua necessidade como de mão de obra para as fábricas, que se iniciou um problema ainda bastante atual: o cuidado dos filhos versus a necessidade

Quais são as regras de trânsito para transportar crianças? Quais os dispositivos disponíveis e qual a maneira correta de utilizá-los?



A melhor forma de diminuir a mortalidade no trânsito é a prevenção. A utilização e a instalação adequada dos equipamentos de segurança nos automóveis podem evitar até 70% das fatalidades nos acidentes. Além disto, a não utilização acarretará em infração gravíssima, gerando multa prevista no Código de Trânsito Brasileiro. Para se ter uma ideia de sua importância, em países como os EUA, no dia da alta hospitalar dos recém nascidos, os pais devem obrigatoriamente levar o bebê conforto, do contrário não receberão alta.

Reveja, de forma resumida, os tipos e orientações sobre cada equipamento de segurança veicular para crianças.

EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA VEICULAR PARA CRIANÇAS
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro :
Transportar crianças em veículo automotor sem a devida segurança estabelecida configura-se como infração gravíssima, cuja penalidade é multa no valor de R$ R$ 293,47, e




Ela estava brincando sozinha no quarto quando a tragédia aconteceu






Jornalismo TVB RecordTV
Uma menina de apenas três anos morreu após um acidente doméstico, em Piracicaba. Eloá brincava no quarto com uma boneca enquanto a mãe cuidava do filho mais novo em outro lugar da casa. Depois de algum tempo, um barulho alto ecoou pela residência e a criança foi encontrada caída, prensada pela televisão.

Acidentes domésticos desta natureza são a principal causa de morte de crianças de até 12 anos no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam um número que assusta: todo ano é registrada uma morte a cada duas horas no país. Deste número, 80% dos casos envolvem crianças até os cinco anos de idade. Por esta razão, é essencial eliminar as armadilhas. Confira na reportagem.







Especialista ressalta a importância da vacina contra o HPV e questiona a falta de foco na prevenção dos tumores


Ouvimos e repetimos a vida toda o sonho das gerações passadas de um dia chegar à cura do câncer. Mas um fenômeno intrigante e – por que não? – incoerente é o fato de que, hoje, temos um método preventivo contra vários tipos dessa doença, e grande parte das pessoas parece não dar importância a isso. Estou falando da vacina contra o HPV – o papiloma vírus humano.

Causador do câncer de colo do útero, esse inimigo também é associado aos tumores de vulva, ânus, pênis e boca, além de provocar verrugas na área genital, laringe e ânus. Desde 2014, a vacina quadrivalente contra o HPV está na rede pública para meninas (de 9 a 14 anos). Ela também é oferecida para homens e mulheres de 9 a 26 anos com HIV/Aids e para indivíduos imunodeprimidos

2