Boletim informa mais 19 casos em São Paulo e no Rio de Janeiro desde o último relatório, do início de junho. Outros estados afetados pela doença não tiveram novas confirmações.




O Brasil registra 142 casos de sarampo desde o início de 2019, segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde datado de 1º de julho. O relatório confirma 19 novos casos da doença nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.




São Paulo é o estado que mais viu o sarampo se expandir no último mês: são 15 novos casos, conforme o boletim. Já o Rio de Janeiro registrou 4 novos casos confirmados de sarampo. Os outros estados afetados pela doença - Pará, Minas Gerais, Santa Catarina, Amazonas e Roraima - não tiveram novas confirmações neste boletim.




Os sintomas do sarampo, doença que pode matar e voltou a assustar no Brasil



O Ministério da Saúde coleta e organiza os dados epidemiológico





O ebola, as pandemias de gripe, a resistência bacteriana aos antibióticos e… os movimentos antivacinas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o polêmico movimento pseudocientífico na nova lista das maiores ameaças à saúde pública da humanidade.

A lista completa, que foi tornada pública essa semana, inclui 10 itens:

Mudança climática e contaminação
Doenças não transmissíveis (câncer, diabetes e doenças cardiovasculares)
Epidemias globais de gripe
Ambientes frágeis e instáveis (crises imigratórias)
Resistência aos antibióticos
Ebola e outros patógenos extremamente graves
Falta de cuidados sanitários adequados
Relutância à vacinação
Dengue
AIDS

A OMS menciona o movimento antivacinas em “Relutância à vacinação” e recorda que as vacinas salvam entre duas e três milhões de vidas por ano, quando poderiam ser quase cinco milhões com melhores campanhas e protocolos. O relatório adverte que algumas doenças que estavam perto da erradicação, como a caxumba, experimentaram um aumento de até 30% em países onde praticamente não

Análise de dados de saúde do governo norte-americano revela tendência preocupante. Número de bebês que dormem na mesma cama que seus pais cresce nos últimos anos.


Dados do CDC norte-americano mostram tendências preocupantes
Número de pais que dormem com os bebês na mesma cama tem crescido - assim como os acidentes fatais

Um estudo publicado na edição de abril de 2019 da Pediatrics mostra que, apesar de intensas campanhas públicas de conscientização, muitos pais ainda colocam seus bebês para dormir de maneira perigosa, o que reflete em dados preocupantes de mortes de neonatos.O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, analisou dados de 2011 a 2014 do Centers for Disease Control and Prevention dos Estados Unidos.

Nesse período, foram relatadas 250 mortes de bebês por sufocamento. Destas, 175 (cerca de 70%) estavam relacionadas a cobertores, travesseiros ou outros tecidos que bloquearam as vias aéreas das crianças.

Das 175 mortes relacionadas ao bloqueio de vias aéreas

Você tem filhos e fica a dúvida se todo o tempo que eles passam em seus smartphones rolando, tirando e enviando mensagens de texto está afetando seus cérebros?

O governo federal, por meio dos Institutos Nacionais de Saúde, lançou o mais ambicioso estudo sobre o desenvolvimento do cérebro de adolescentes. É um estudo para ver se os telefones, tablets e outras telas estão impactando o desenvolvimento do cérebro adolescente. Em parte, os cientistas estão tentando entender o que ninguém faz atualmente: como todo esse tempo de tela afeta a estrutura física do cérebro de seus filhos, bem como seu desenvolvimento emocional e saúde mental.

Em 21 locais em todo o país, cientistas começaram a entrevistar crianças de nove e dez anos e examinaram seus cérebros. Eles acompanharão mais de 11 mil crianças por uma década e gastarão US $ 300 milhões fazendo isso. A Dra. Gaya Dowling, do National Institutes of Health, nos deu



Em pleno inverno, o governo alertou para uma "eficácia medíocre" da vacina contra o vírus e pediu que a população respeite as regras de higiene para evitar o contágio.

Uma forte epidemia de gripe atingiu seu pico na França com cerca de 1.100 mortos em 2019, segundo dados da ministra francesa da Saúde, Agnès Buzyn.

Esse é o motivo pelo qual insisto na vacinação das pessoas idosas e das equipes que os acompanham", disse Agnès Buzyn. "Atualmente a França inteira está numa zona de epidemia e veremos no fim do mês os números terríveis da taxa de mortalidade." O problema é que, nesse ano, há dois vírus da gripe em circulação na França, o que obriga o governo a fornecer uma vacina que proteja em ambas as situações. "Contra o vírus clássico, de tipo A, existe 50% de proteção, e contra o outro, a proteção é medíocre, de apenas 20%, o que

Uma campanha da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) alerta para os riscos da exposição excessiva de crianças e adolescentes a exames de diagnóstico por imagem como tomografias computadorizadas e raios x.

A proposta é estimular o uso racional dessas ferramentas, contando com o apoio de pais e profissionais de saúde. Também há a preocupação, por parte de pediatras, em fazer com que técnicos responsáveis pela execução dos exames façam as adaptações necessárias aos equipamentos, adequando-os às características físicas desses pacientes.










“Para os médicos, os exames de imagem (raios x, tomografias, ultrassonografias e ressonância) são muito úteis à medicina e, por vezes, essenciais ao diagnóstico em adultos e crianças. Entretanto, alguns desses exames emitem radiação nociva à saúde e, por isso, a SBP, em parceria com outras entidades nacionais e internacionais, lança uma campanha que alerta sobre o uso racional dessas ferramentas. Além dos pediatras, os radiologistas e outros técnicos envolvidos no processo

Grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo, e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública.
Até quarta-feira 18, o Brasil registrou 677 casos de sarampo. A doença costuma ser encarada como algo leve, típica da infância, sem maiores consequências e, desta forma, aceitável. Está errado pensar assim. A volta dos casos ao País representa uma derrota no âmbito da saúde pública. A enfermidade estava erradicada aqui desde 2016, graças a uma política de vacinação bem-sucedida que até então havia garantido a proteção de crianças e adultos contra o vírus responsável pela doença. Somada à informação de que 312 cidades brasileiras — 44 em São Paulo, o estado mais rico da nação — encontram-se sob risco para o aparecimento de casos de

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