Leia com atenção…

Entenda o nosso diferencial pediatra campinas

As modificações sofridas pela sociedade brasileira nos últimos 20 anos refletiram mais acentuadamente no setor saúde: Houve uma implosão do sistema SUS, com desaparecimento absurdamente elevado do número de leitos para internação, sucateamento das unidades básicas de saúde, fechamento de muitas existentes e não houve crescimento conforme o aumento da população, nem o acompanhamento tecnológico que deveria ter sido implementado.

Paralelamente, as últimas crises econômicas levaram ao empobrecimento geral de nossa população, que sabendo não poder contar com o SUS, migrou para o sistema de saúde suplementar (lê-se “cooperativas e convênios médicos”). Na tentativa de regulação do setor, principalmente incentivando que o cidadão deixasse de usar o SUS, o governo, através da ANVISA, passou a impor regras forçando a incorporação de novas tecnologias nos convênios, novas coberturas, antes não previstas, sem que se pudesse ter aumento de custo para o usuário final.

O “paraíso por decreto” certamente não funciona. O governo jogou a culpa de todo o caos da saúde Nacional, de todos os setores, instâncias e níveis, nas costas dos médicos e demais profissionais da saúde. Enganou a população com o programa “mais médicos”, trouxe profissionais do exterior autorizando os mesmos a atuarem sem a revalidação do diploma de médico e ainda criou um número surreal de novas faculdades de Medicina, principalmente na região sudeste, sendo que a maioria delas sem condições mínimas de formação de profissionais qualificados.

Hoje o Brasil é o país onde mais existem faculdades de Medicina em número absoluto e por habitantes também. Prevê-se que logo teremos mais médicos do que profissionais de enfermagem no país. A carreira médica, em sua imensa maioria , senão na quase totalidade dos casos, não contempla planos de carreira, de cargos e salários, e/ou aposentadoria para os médicos. Os médicos são obrigados a criar pessoas jurídicas para burlar vínculos trabalhistas e estão vivenciando a maior crise do seu mercado de trabalho, jamais imaginada.

Num capitalismo selvagem, como o que em parte vigora em nossas terras, faz-se necessário a redução de custos, e essa redução tem sido feita basicamente com a diminuição da qualidade do atendimento médico.

Ou os profissionais se dedicam a atender um número cada vez maior de pacientes por período de trabalho (claro que aí, muitas vezes não se faz nem o mínimo necessário devido e esperado) e divide esse atendimento em partes, forçando o paciente a se tratar com muitos profissionais diferentes, cada um cuidando de um sistema, dentro desse indivíduo, na verdade, indivisível. Ou é substituído por profissionais mais jovens, menos experientes, que não teriam outra oportunidade de trabalho e aceitam qualquer possibilidade ofertada para não ficar sem trabalhar.

Empreender seriamente nessa área é muito difícil e caro. As exigências são demasiado grandes, a burocracia e os custos em cima da atividade profissional liberal beira o inviável.

Assim, temos alguns poucos cenários:
No ápice, estão profissionais seletos, muito antigos e que mantém uma atividade profissional sem a participação de cooperativas e convênios, mas com um custo elevadíssimo e acessível apenas a poucos. Nem sempre conseguem se manter atualizados cientificamente.

No resto temos vários médicos trabalhando em modelos diferentes, todos bastante insatisfatórios para ambos os lados (médicos e pacientes) como:
Os que trabalham em grandes clínicas dividindo os custos, são forçados a atender por volume, e os pacientes ficam esperando muito para conseguir fazer uma ficha de atendimento, geralmente esperam bastante tempo para serem atendidos rapidamente, invariavelmente em uma duração insuficiente para que ambos se conheçam e façam o vínculo necessário para uma relação médico paciente satisfatória. Nem todas as queixas são ouvidas ou abordadas, os tratamentos são parciais, geralmente recheados de exames, da participação de outros profissionais médicos para os quais são encaminhados, e o acesso pessoal ao médico para contato fora do consultório é limitado ou inexistente. Costuma-se atender a vários convênios médicos com diferentes modos de remuneração e tratativa profissional e as vagas, no momento do agendamento, são escolhidas em razão das vantagens para o profissional que efetua o atendimento. É comum trabalharem com agendamentos a cada 10 minutos, fora o overbooking. Muitas clínicas utilizam-se de verdadeiros “call centers”, frequentemente terceirizados, onde os profissionais encarregados do agendamento tem acesso ao último atendimento efetuado ao paciente e agem estrategicamente para evitar que a nova consulta tenha seu pagamento recusado pelo convênio, sob o argumento de tratar-se de “retorno”, assim, ou demoram para surgir com a vaga ou colocam o paciente para ser atendido por outro profissional.

Aposto que quase todo mundo já teve a experiência desagradável de ligar para um consultório ou clínica e ouvir que para determinado convênio, só se tem agendamento para 3-4 meses adiante, mas para atendimento particular conseguem vagas para o mesmo dia, ou dia seguinte…em uma manifestação absurda de atendimento preconceituoso e orientado unicamente por interesses econômicos. Alguns locais deixam os conveniados esperando e “passam na frente” os que pagam ou trazem mais rentabilidade para a clínica ou profissional. Nesse esquema alguns tem acesso ao médico, outros nem acesso ao atendimento com o mesmo médico conseguem, quem dirá um contato mais estreito. É comum haver descredenciamento periódico dos convênios que pagam menos para liberar vagas de agendamento aos que pagam melhor.

Os que trabalham em clínicas populares, a preços estabelecidos pelos donos e seguindo as normas dos mesmos (empresários que obtém seu lucro intermediando, sem nenhum compromisso, a relação entre médicos e pacientes). Frequentemente sofrem pressão para gerarem outros serviços profissionais dentro da própria clínica…

Os que atendem a preço fechado, por período de trabalho, sempre recebendo por RPA, ou PJ, sem qualquer vínculo com o paciente, sendo obrigados a atender o “volume que aparecer… ”

Quando falamos em pronto atendimento, a situação é cada vez pior: geralmente os mais inexperientes ou com menos poder de exigência, são submetidos a condições inadequadas de trabalho, tanto em volume, quanto em condições de atendimento ideais, além de atenderem como se fossem especialistas em pediatria, sem que isso seja sempre verdade. Quando se tem CRM, a responsabilidade é exclusiva do profissional e as clínicas e hospitais aproveitam que o risco não fica para eles, e usufruem de obter “mão de obra mais barata.”

Nessa altura do texto, já ficou claro para todos que atendimento médico pediátrico a partir de convênios ou cooperativas, em consultório, com qualidade e respeito, é uma “missão quase impossível”.

Bom, temos algumas pequenas variações entre os exemplos citados.
Não vou relatar aqui práticas condenadas pelo CRM, como vinculação à clínicas de estética, associação com laboratórios, farmácias de manipulação, etc.

Nossa Proposta…

**Nossa proposta é, atender diferenciadamente, integralmente, com qualidade e experiência, num ambiente agradável, sem tumulto, a preços acessíveis, os quais podem ser integralmente abatidos no imposto de renda, com uma relação médico paciente verdadeira e transparente, que gera resultados incomparáveis, e segue os antigos modelos da Medicina praticada pelas gerações passadas, incorporando tecnologia, inovação, atualização e competência que pode ser medida e avaliada com base em parâmetros estabelecidos e condutas preconizadas pelas respectivas sociedades médicas.

Modelos de acompanhamento e atendimento conforme patologia e faixa etária.

Exames podem ser realizados pelo convênio, assim como as internações e cirurgias, que são o real motivo de se ter assistência médica a custo mensal: ou seja, estar preparado para grandes despesas. As pequenas despesas, como as consultas médicas, não geram estragos no orçamento e muitas vezes são muito mais econômicas e eficientes quando se escolhe o profissional adequado.

Clínicas de pediatria