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A contenção da distribuição do Coronavírus é o pilar central da estratégia de controle.

As medidas propostas podem até parecer básicas (por serem fáceis de serem implementadas), mas a adesão em massa, e rápida, é o que vai nos levar para o sucesso de combate.

Nesse momento é importante muita calma e necessário seguir cuidadosamente as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Lembre-se, antes de tudo, que não se trata apenas de você e da sua saúde. Se trata também da saúde dos seus amigos e familiares.











Fonte : imedicina.com.br
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O mundo não está fazendo barulho demais e a situação não é mais simples do que parece.

O COVID-19 apresentou uma taxa de mortalidade de 4,1% para os primeiros 185.000 casos confirmados. Essa taxa é muito alta e merece uma tremenda atenção.

Isso se deve especialmente pelo fato de que a transmissibilidade é muito alta.

Sem controle, sem cuidados especiais e sem cumprir a orientação médica, é improvável que esse número se controle rapidamente. Então, ajude a repassar as informações e faça sua parte! Lembre-se que não se trata apenas de você, mas também daqueles que você ama!













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As pesquisas sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento. Porém, o que já se sabe até o momento é que o contágio pode ocorrer por gotículas respiratórias ou proximidade.

Qualquer pessoa que tenha contato próximo, em torno de 1m, com outra com os sintomas respiratórios pode estar em risco.

Os primeiros sintomas da infecção podem aparecer após o período de incubação do vírus, que é de 5 dias - podendo chegar até 12.

Até o momento, ainda não se sabe quantos dias anteriores ao início dos sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.













Fonte : imedicina.com.br
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O coronavírus é uma família de vírus que causa infecções respiratórias. Por isso, alguns cuidados simples ajudam a prevenir o contágio:

1) Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel.

2) Cubra o nariz e a boca ao espirrar ou tossir. Evite levar as mãos ao rosto

3) Evite aglomerações, sempre que possível.

4) Mantenha os ambientes bem ventilados. Abra as janelas e deixe o ar circular pelos cômodos

5) Não compartilhe objetos pessoais como pratos, talheres e copos.



Seguindo estes passos, você contribuirá para evitar a disseminação do coronavírus !











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Se você puder, privilegie o trabalho remoto e cancele viagens, eventos e conferências presenciais.

Oriente as pessoas idosas de sua família a dobrarem os cuidados e se isolarem dos meios sociais.

Sei que isso pode parecer enérgico demais, mas é a melhor saída para proteger os seus entes queridos!











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Informe-se: com base no que se sabe até o momento, é provável que o vírus original tenha vindo de uma espécie selvagem, que ganhou a capacidade de infectar humanos, provavelmente entre os meses de novembro e dezembro de 2019.

Esse não é o único vírus que "pulou" de animais para humanos. A SARS, epidemia que enfrentamos há alguns anos, também é causada por um desses tipos de coronavírus.

No entanto, é um mito que você deve se afastar de animais de estimação ou abandonar os mesmos, por risco de contágio. A transmissão no Brasil ocorre de humano para humano e a melhor medida a ser tomada é ficar em casa com o seu animalzinho de estimação. Evite o pânico e ajude o sistema de saúde a combater esse problema!





Fonte : imedicina.com.br
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Pacientes com asma não são mais propensos a adquirir a infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2),
porém são mais propensos a desenvolver complicações. Portanto, o mais importante será não
interromper o tratamento da asma. Em caso de dúvida o paciente deverá pedir auxílio e orientações ao
seu médico assistente.

1 – Corticosteroides inalatórios em pacientes com asma: Recomendamos manter o uso.
O tratamento de controle da asma, especialmente nas crianças, está baseado nos corticosteroides
inalatórios para reduzir a inflamação broncopulmonar, sintomas e exacerbações. Essas medicações não
devem ser retiradas do tratamento do paciente com asma. O uso regular e correto de medicações
inalatórias deve ser preconizado, independente e principalmente agora com a circulação do novo
coronavírus.
As exacerbações são as principais causas de morbidade em pacientes com asma. A associação entre
doenças virais respiratórias e exacerbação da asma é bem conhecida e um número relevante de agentes
virais já foi identificado. Vírus aumentam a inflamação brônquica e alérgica causando danos às
estruturas respiratórias, epitélio




Uma audiência aproximada de 3,6 mil espectadores. Esse foi o número de pediatras, profissionais de saúde e internautas que acompanharam a live promovida pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), na noite da última quarta-feira (18), com orientações atualizadas para especialistas sobre a pandemia causada pelo novo coronavírus (Sars-cov-2).
A transmissão, realizada através do YouTube e Facebook – contou com a apresentação dos presidentes do Departamentos Científicos de Infectologia e de Imunizações da SBP, dr. Marco Aurélio Sáfadi e dr. Renato Kfouri, respectivamente. Até o momento, o vídeo – disponibilizado na íntegra nas plataformas digitais da entidade – já contabiliza mais de 25 mil visualizações.
ACESSE O VÍDEO NO YOUTUBE OU FACEBOOK
Conforme frisou o dr. Marco Aurélio, a atual situação é grave, com mudanças sensíveis no quadro de saúde pública do País, e exige a atualização científica de todos os profissionais de saúde em relação à infecção da COVID-19, com ênfase em aspectos de prevenção,

A medida visa intensificar a vacinação nesse público-alvo da doença, que é mais suscetível a casos graves e óbitos. Ao todo, serão enviadas 1,6 milhão de doses a mais para os estados 

A partir desta quinta-feira (22), todas as crianças de seis meses a menores de 1 ano devem ser vacinadas contra o sarampo em todo o país. Essa medida preventiva deve alcançar 1,4 milhão de crianças, que não receberam a dose extra, chamada de ‘dose zero’, além das previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses. Para isso, o Ministério da Saúde irá enviar 1,6 milhão de doses a mais para os estados. O objetivo é intensificar a vacinação desse público-alvo, que é mais suscetível a casos graves e óbitos.

A ação é uma resposta imediata do Ministério da Saúde em decorrência do aumento de casos da doença em alguns estados. Nesta terça-feira (20), o Ministério da Saúde

Especialista em infectologia destaca que pessoas doentes podem transmitir o vírus antes mesmo de a vermelhidão aparecer; para correta imunização, Rachel Stucchi ressalta importância da 2ª dose.
A confirmação de quatro crianças com sarampo em uma creche na região do DIC VI, em Campinas (SP), ligou o alerta sobre a importância do combate à doença que não tinha o registro de casos autóctones no município desde 1997. Para a médica da Unicamp, Rachel Stucchi, o reaparecimento do vírus está relacionado com a baixa cobertura vacinal, que "deixou muita gente suscetível".
Como a transmissão ocorre antes mesmo de os sintomas aparecerem, a especialista acredita que possam surgir mais ocorrências antes que o bloqueio vacinal realizado no local do surto tenha efeito.
"Podem ter novos casos no período de 10 dias após a imunização. Quem está doente, já passa a doença antes mesmo de aparecer a vermelhidão. Seis dias antes", explica.
Professora da Faculdade de Ciências Médicas

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